O jornalismo baiano amanheceu este domingo sob o impacto de uma triste notícia. Faleceu, neste dia 31 de maio de 2026, o radialista e jornalista Zé Coió, uma das vozes mais emblemáticas e queridas da comunicação em Feira de Santana. Sua partida deixa um vazio profundo não apenas nas redações por onde passou, mas também na memória afetiva de milhares de ouvintes e telespectadores que acompanharam sua trajetória ao longo das décadas.
Conhecido por seu estilo autêntico e sua capacidade singular de traduzir os fatos do cotidiano para a linguagem popular, Zé Coió se tornou um pilar do rádio local. Com uma carreira marcada pela proximidade com a comunidade e pela defesa intransigente da ética na informação, ele construiu um legado fundamentado na credibilidade e no carisma. Seja através dos microfones, seja no contato direto com o povo feirense, Coió foi, durante anos, uma referência para as gerações mais novas de profissionais da comunicação.
A notícia de seu falecimento gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, reunindo mensagens de colegas de profissão, autoridades locais e ouvintes, que lamentam a perda de uma figura que foi protagonista na crônica política e social da região.
A Revista da Bahia expressa seu profundo pesar pelo falecimento de Zé Coió. Reconhecemos a relevância do seu trabalho para a democratização da informação em nossa cidade e nos solidarizamos com seus familiares, amigos e todos aqueles que tiveram a oportunidade de acompanhar sua brilhante trajetória.
O legado de Zé Coió permanece como um exemplo de dedicação ao jornalismo regional e seu timbre, certamente, continuará ecoando na história da comunicação de Feira de Santana.






